Olá, nosso blog está sendo disponibilizado no jornal Diário de Piraquara.
O endereço é http://dp.jor.br/jornal/index.php/politica.html
Olá, nosso blog está sendo disponibilizado no jornal Diário de Piraquara.
O endereço é http://dp.jor.br/jornal/index.php/politica.html
O site do Diário de Piraquara online foi tirado do ar, arbitrariamente, sob alegação de que o domínio estaria “realizando ataque ao servidor”.
Coincidência, ou não, o mesmo foi retirado do ar após bater recorde de audiência diária com mais de 58 mil acessos, após a postagem de vídeo em que o blogueiro, e nosso amigo pessoal, Esmael Morais, faz sua análise das eleições 2012 em Curitiba.
Estamos trabalhando para recompor o site, em outro provedor, é claro. E entraremos com ação de perdas e danos contra a empresa que, até então, estava hospedando o mesmo.
Rodini Netto
Veja o vídeo da polêmica:
A partir de agora, nosso blog será disponibilizado no Diário de Piraquara, através do link:
Rodini Netto, no blog Meandros da Política
Os vereadores de Curitiba voltaram atrás na decisão que haviam tomado ainda hoje, a de adiar a votação que tratava do aumento nos salários. Mais, ainda, fizeram. Votaram, concederam aumento de 28%, e aprovaram, com 10 votos contrários, o recebimento de 13º salário.
O aumento só vale para a próxima legislatura, ou seja, para aqueles que serão eleitos em 2012, e terão os vencimentos no valor de R$ 13.500,00, que irá contrastar com os atuais R$ 10.500,00 que recebem hoje.
Ainda assim, que natal, hein, senhores e senhoras? Com “míseros” R$ 10.500,00? Que pena, não deve dar pro caviar…
Os vereadores de Piraquara devem votar amanhã (16), em sessão extraordinária às 10 horas, uma alteração nos salários do diretor geral da Casa, dos demais diretores e dos chefes de gabinete dos vereadores.
O aumento, na verdade, seria o retorno dos valores anteriores, que voltariam a ser, se não os valores exatos, algo próximo disso. Veja:
- Diretor-Geral – vencimento deve retornar a R$ 6.500,00. (continuar a ler…)
Oficialmente, chegamos ao fim das sessões legislativas ordinárias em Piraquara. Das muitas discussões e projetos realizados e votados pelos vereadores, algumas coisas “passaram em branco”, não se sabe se propositalmente, ou não.
Dentre elas, a votação das contas dos ex-prefeitos Gil Lorusso (DEM) e João Guilherme (PSDB). Destes, Lorusso não está tão preocupado, porque, rejeitadas ou não, o ex-prefeito não irá disputar qualquer vaga nas próximas eleições.

Reconstrução da Ules em 1990
Rodini Netto, no blog Meandros da Política
Ao estar no campo da comunicação social, precisamos avaliar os riscos e consequências que determinada reportagem ou matéria pode trazer, mas, jamais, podemos nos deixar levar pelo medo, pelas ameaças (sejam elas veladas ou não), ou por retaliações.
Logo na infância, ainda nos resquícios da ditadura militar, comecei a publicar no Colégio Diocesano João Paulo I, em Porecatu, interior do Paraná, meus primeiros artigos, poesias e críticas… muitas delas partiam de plágios, é verdade. Outras, vinham mesmo da alma, do contexto em que vivíamos, e do apoio que recebia por parte da direção da escola para continuar a escrever. Até hoje sou grato ao professor Manoel, à tia Risoleta, à querida Jaceir, e a tantos outros que me incentivaram a continuar a lutar por sonhos.
Por sonhar e querer ver um país melhor, ainda em 1987, me envolvi com o movimento estudantil secundarista no Colégio Agrícola Getúlio Vargas, em Palmeira. Lá, como calouro, participei ativamente da primeira paralisação estudantil desde antes do golpe militar. Paramos tudo e não deixávamos ninguém entrar para as aulas, e não aceitávamos que nada se resolvesse sem a presença de algum representante da secretaria estadual de educação. Os motivos eram vários, mas eu me envolvi de imediato, tendo em vista que tínhamos que resolver os problemas mais imediatos.
Lá, também, foi o primeiro passo para entrar na história do movimento estudantil do Paraná. Criamos, ou melhor, refundamos, o Grêmio Estudantil e, no próximo ano, acabei “sendo convidado a me retirar”, apesar de todos os “esforços” de professores e da direção de “tentar me convencer do contrário”.
Um professor, amigo de minha família, havia afirmado para uma tia que fui reprovado propositalmente por ter me envolvido no movimento estudantil e no apoio ao professor Eduardo Kardush para a direção do colégio. No ano a seguir, a “bolsa” que recebia, foi suspensa e não haveria mais condições financeiras de eu permanecer na escola.
Retornei, então, a Curitiba, onde passei a me envolver a fundo no movimento estudantil vindo, em 1989, a assumir a secretaria de imprensa da Upes, na histórica gestão de retomada da sede, com o Paulo César Medeiros, o Paulinho, como presidente. Assumi o lugar da Ceres (atual esposa do Paulinho), por indicação do partido. Ceres havia entrado na Faculdade e, então, a secretaria de imprensa havia ficado vaga.
Ainda me recordo da ocupação do Centro Cívico pelos professores estaduais. Ao ouvir o barulho da primeira “bomba de efeito moral”, enquanto uns corriam para fugir, eu e outros companheiros de luta, íamos em direção ao “cordão de isolamento” que os professores estavam tentando montar, com os corpos, para tentar evitar a tomada da praça por parte da PM, sob o comando do governador da época, o hoje senador Alvaro Dias.
Muitas lutas, muitas histórias, muitas perseguições e brigas… agressões e xingamentos que recebíamos, além, é claro, de algumas ameaças.

CEEG Upes em Cambé 1994
Ajudamos a escrever a história recente do movimento estudantil do Paraná, entre 1988 a 1996, pós ditadura militar. Ali conhecemos líderes proeminentes, como a hoje ministra Gleisi Hoffmann. O ex-ministro Orlando Silva (ex presidente da UNE), os assessores do ministério do esporte, Ricardo Gomyde (ex-deputado federal e ex-vereador de Curitiba) e Joel Benin (ex-presidente da Ubes), além de outros companheiros, como Márcio Killer, do sincidato dos Bancários de Curitiba, o professor Kiko, do Cebrapaz. Muitos e muitas camaradas, companheiros e companheiras.
Tomamos rumos diferentes e, hoje, cada um segue por um caminho oposto. Mas uma coisa permanece: ninguém nos tira o fato de pertencermos à história de lutas do movimento estudantil no Paraná e a garra que aprendemos a possuir para poder seguir as nossas vidas.
Rodini Netto, no blog Meandros da Política
Ao fim do ano, próximo ao novo período eleitoral que vai estabelecer a sucessão do atual prefeito de Piraquara, Gabriel Jorge Samaha, o Gabão (PPS), a prefeitura municipal contratou, ao custo de 76 mil reais, um instituto de pesquisas.
A “pesquisa” contratada ao Datacenso, conforme publicado hoje no “Órgão Oficial de Imprensa” da administração municipal, diposta no convite de número 05/2011, e no extrato de contrato nº 67/2011, descreve que o instituto de pesquisa foi contratado “… a fim de detectar as demandas de serviços públicos a serem oferecidos pelo Poder Público”, e refere-se ao “processo administrativo 599/11″.
O que chama atenção é o fato de, tendo que “recompor o orçamento do município”, e sob a contínua alegação de falta de verbas, a prefeitura dispender este 76 mil reais em uma pesquisa de opinião.
Fato: a pesquisa terá que ser disponibilizada na íntegra pela administração municipal após finalizada, e deverá ser publicada. Ao menos a oficial. Já a “extra-oficial”, aquela que vai fazer um apanhado das intenções de voto da população piraquarense, mesmo que “na espreita”, essa jamais virá a ser publicada, mesmo que já tenha sido realizada.
Perguntar ofende?
Quem foi, recentemente, entrevistado sobre em quem votaria nas próximas eleições????
A prefeitura de Piraquara, teria repassado, entre 2006 a 2009, mais de 46 milhões para o Instituto “Confiancce”.
Estamos preparando uma matéria com documentos vinculativos entre o Instituto e suas ligações perigosas… aguarde!
Ser agente político é coisa para todos… ser “político de carteirinha”, é coisa para poucos “privilegiados” que querem, sempre, manter o ‘status quo’… prevalece o dito pelo não dito, o não contra o sim de antes, a hipocrisia e a mentira para tentar agradar a todos…
Um certo político folclórico do Paraná, tinha duas assinaturas, quando era prefeito… a primeira queria dizer sim, e a segunda não… só os assessores sabiam… quando alguém ia visitá-lo, sempre dizia sim e, conforme sua assinatura, seu chefe de gabinete resolvia ou não o assunto… quem era o culpado de não resolver? o tal prefeito? nunca… apenas o seu assessor levava a culpa…
Conclusão? Não tenho estômago para engolir os políticos de carreira e que fazem da vida pública profissão… não tenho estômago para engolir essa coisa toda de mentiras e hipocrisia… vou continuar a vida como agente político, como cidadão, cumprindo meu papel como agente e fiscal político… os outros que se degladiem pelo almejado cargo que desejam…